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04 maio 2016

LIÇÃO 06 - MEUS PAIS TEM RELIGIÕES DIFERENTES, E AGORA? / SUBSÍDIOS / REVISTA DA CLASSE ADOLESCENTES










Aula ministrada pelo professor Pr. Marcos Tedesco












LIÇÃO 06 - O PAPEL DO MARIDO NA FAMÍLIA / SUBSÍDIOS / REVISTA DA CLASSE JOVENS









Resumo apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Jovens da CPAD, Pastor Reynaldo Odilo














Aula ministrada pelo professora Andreia Noqueira













Aula ministrada pelo Professor Ev. Abraão Coutinho, 
Acesse o canal EBD NA NET












02 maio 2016

LIÇÃO 06 - A LEI, A CARNE E O ESPÍRITO / SUBSÍDIOS / REVISTA DA CLASSE ADULTOS







Aula ministrada pelo Dr. Ev. Caramuru Afonso Francisco 
 Acesse (www.portalebd.org.br)












Aula ministrada pelos professores da EBP EM FOCO











Aula ministrada pelo Professor Jeferson Batista 
Acesse (www.professoresemcristoebd.com.br)











Aula ministrada pelos professores da Assembleia de Deus em Londrina
 (Acesse: www.adlondrina.com.br)











Aula ministrada pelo professor João Pereira
 (Acesse: http://jpresponde.blogspot.com.br/)











Aula ministrada pelo pastor Adriano Sebben - Igreja Assembleia de Deus em Criciúma - SC
 Acesse (www.adcriciuma.com.br)













Aula ministrada pelo teólogo e professor Fábio Segantin
 Acesse (www.fabiosegantin.blogspot.com.br)









Aula ministrada pelo Pr. Josias Rosa, Assembleia de Deus em Joinville/SC












LIÇÃO 06 - A LEI, A CARNE E O ESPÍRITO / SLIDES DA LIÇÃO / REVISTA DA CLASSE ADULTOS






LIÇÃO 06 - A LEI, A CARNE E O ESPÍRITO










TEXTO ÁUREO
"Dou graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim que eu mesmo, com o entendimento, sirvo à lei de Deus, mas, com a carne, à lei do pecado." (Rm 7.25)




VERDADE PRÁTICA
A luta entre a carne e o espírito é uma realidade na vida de todo crente, mas a dependência da graça de Deus fará com que tenhamos uma vida vitoriosa.






INTRODUÇÃO


Na lição de hoje estudaremos o papel do cristão em relação à Lei, a carne e o Espírito. Paulo apresenta um estudo a respeito desses temas no capítulo sete. Ele se utiliza de três analogias para discorrer sobre os assuntos: a analogia do casamento, a analogia de Adão no paraíso e a analogia da carne versus o espírito.

Como devemos nos comportar diante da lei? Como explicar, que mesmo depois de já termos recebido a graça de Deus, passamos por conflitos espirituais internos? O que isso significa? É o que vamos procurar responder neste estudo.






I - A LEI ILUSTRADA NA ANALOGIA DO CASAMENTO (Rm 7.1-6)


1. A metáfora do casamento. O apóstolo Paulo mostra que homem algum pode ser salvo pela Lei, até mesmo aqueles que a guardam com zelo e devoção. Aqueles que já possuem uma nova natureza também não serão guardados do pecado por observarem a Lei. A insistência de Paulo, que se estende desde o capítulo seis com respeito à função da Lei, agora o conduz a usar o casamento como uma analogia que contrasta o viver através dos preceitos da Lei e a nova vida em Cristo (Rm 7.1). Paulo usou o casamento para mostrar o nosso relacionamento com a Lei. O apóstolo ressalta que o contrato de casamento perde sua validade quando um dos cônjuges morre. Segundo a Bíblia de Aplicação Pessoal, "ao morrermos com Cristo, a Lei não pode mais nos condenar; estamos unidos a Cristo".




2. A metáfora da mulher viúva. Os versículos 2 e 3 do capítulo 7, concluem a analogia do apóstolo a respeito do casamento. Paulo afirma que vivendo o marido, se a mulher se casar novamente com outro homem, ela será considerada adúltera. Mas, se o marido morrer ela está livre para se casar novamente. A intenção era mostrar que a morte de Cristo na cruz, e os cristãos juntamente com Ele (Ef 2.5,6), rompeu os votos de obediência aos preceitos legais da lei mosaica (Rm 7.4).




3. Mortos para a lei. A expressão "mortos para a lei pelo corpo de Cristo" é entendida pelos intérpretes como uma referência à morte de Cristo e a nossa identificação com Ele. O biblicista C. Marvin Pate observa que "Paulo usa a analogia da morte de um cônjuge no casamento para ilustrar a morte do crente para a lei, pelo fato de ele estar unido com Cristo (Rm 7.1-6)".












II - ADÃO ILUSTRADO NA ANALOGIA DA SOLIDARIEDADE DA RAÇA (Rm 7.6-13)


1. De volta ao paraíso. Paulo considerava Adão o cabeça e o representante da humanidade. A sua Queda levou todos os homens a caírem com ele. Aqui o objetivo do apóstolo é vincular a desobediência de Adão à humanidade. Adão pecou, logo todos pecaram. Uma leitura cuidadosa das palavras de Paulo em Romanos 7 a 11 mostrará a estreita relação que elas têm com os fatos ocorridos em Gênesis capítulo 3. Por exemplo, a expressão não "cobiçarás" é uma alusão a Gênesis 3.1-6. Por outro lado, as palavras de Paulo "eu vivi sem lei" (Rm 7.9), só têm sentido se aplicado na vida de Adão, pois Paulo como fariseu e judeu que era vivia a lei desde a infância (2 Tm 3.15). Aqui Paulo, como ser humano, se via em Adão. As expressões "eu morri" e o "pecado me enganou" ganham paralelo com Gênesis 2.17 e 3.13.





2. Lembranças do Sinai. Outra razão, no entendimento de muitos intérpretes da Bíblia, que levou o apóstolo a se ver em Adão está na crença judaica de que o primeiro homem viveu os princípios da Torá (lei), mesmo tendo existido muito antes da sua promulgação no Sinai. De fato, essa é uma crença muito bem documentada na literatura rabínica. Filo de Alexandria, filósofo judeu, por exemplo, dizia que a cobiça, pecado praticado por Adão no paraíso, era a raiz de todos os males.





3. A lei dada a Adão. O fato é que Adão estava debaixo do mandamento, da ordenança de não comer da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2.17). A intenção do apóstolo é fazer um paralelo entre o Paraíso e o Sinai, entre a lei de Moisés e a ordenança que foi dada a Adão. O mandamento que foi dado a Adão para trazer vida se converteu através da ação da antiga serpente, personificação do Diabo, em morte. Da mesma forma, a Lei de Moisés que foi dada para trazer vida, mas o pecado, como personificação do mal, a transformou em um instrumento de morte.











III - O CRISTÃO ILUSTRADO NA ANALOGIA ENTRE CARNE E ESPÍRITO (Rm 7.14-25)


1. A santidade da lei. Um interlocutor atento poderia argumentar que o apóstolo estaria desqualificando a Lei, reduzindo-a a algo extremamente mal. Paulo se adianta e responde: "Assim, a lei é santa; e o mandamento santo, justo e bom" (Rm 7.12). Não há nenhum problema com a Lei. A Lei é boa e seu propósito também. O problema, portanto, não estava na Lei, mas naqueles que se regiam por ela. Como o apóstolo já havia argumentado, o problema estava dentro do homem, no pecado que habitava nele, e não na existência de uma lei externa (Rm 7.18).





2. A malignidade da carne. Não há dúvida que todo cristão entende bem essas palavras de Paulo em Romanos 7.22,23. Essas palavras revelam o conflito entre a nossa nova natureza em Cristo e o "velho homem" residente em nós. É a guerra entre a carne e o espírito. A quem essas palavras de Paulo se destinam? O contexto parece não deixar dúvidas de que Paulo tinha em mente os crentes que, pelo fato de serem cristãos, acreditavam que poderiam viver vitoriosamente sem o Espírito Santo. Embora Paulo tenha deixado para tratar sobre o ministério do Espírito Santo no capítulo 8 de Romanos, ele já chama aqui a atenção para o viver "em novidade do Espírito" (Rm 7.6) como forma de vencer as inclinações da carne.





3. A velha natureza. Nossa antiga natureza está constantemente tentando rebelar-se contra Deus. Não temos como lutar contra o pecado usando a nossa força. O Espírito Santo, que habita em nós, ajuda-nos a vencer a velha natureza.










CONCLUSÃO




Mesmo vivendo debaixo da graça o crente experimenta o conflito entre sua antiga natureza e sua nova vida em Cristo.  A resposta do crente está na compreensão de que a solução a esse conflito está em responder positivamente à nova vida espiritual, dependendo inteiramente da graça de Deus.
















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Referências

Revista Lições Bíblicas. MARAVILHOSA GRAÇA, O Evangelho de Jesus Cristo revelado na carta aos Romanos. Lição 06 – A lei, a carne e o Espírito. I – A lei ilustrada na analogia do casamento. 1. A metáfora do casamento. 2. A metáfora da mulher viúva. 3. Mortos para a lei. II – Adão ilustrado na analogia da solidariedade da raça. 1. De volta ao paraíso. 2. Lembrança do Sinai. 3. A lei dada a Adão. III – O cristão ilustrado na analogia entre carne e espírito. 1. A santidade da lei. 2. A malignidade da carne. 3. A velha natureza. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 2° Trimestre de 2016.


Elaboração dos slides: Ismael Pereira de Oliveira. Pastor na Igreja Assembleia de Deus, Convenção CIADSETA, matrícula número 3749-12. Inscrito na CGADB, número do registro 76248. Contatos para agenda: 63 - 84070979 (Oi) e 63 – 81264038 (Tim), pregação e ensino.




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