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19 junho 2017

LIÇÃO 13 - O JOVEM PASTOR / SUBSÍDIOS / REVISTA CLASSE ADOLESCENTES









Aula ministrada pelos Professores da Igreja AD em Criciúma - SC
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LIÇÃO 13 - A DECISÃO CRUCIAL DO DISCÍPULO: OUVIR E PRATICAR / SUBSÍDIOS / REVISTA DA CLASSE JOVENS







Aula ministrada pelos Professores da Igreja AD em Criciúma - SC
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LIÇÃO 13 - JESUS CRISTO, O MODELO SUPREMO DE CARÁTER / SUBSÍDIOS / REVISTA CLASSE ADULTO







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Aula ministrada pelo professor Gabriel Raso










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Aula ministrada pelo professor Eligênio Silva
















18 junho 2017

LIÇÃO 13 - JESUS CRISTO, O MODELO SUPREMO DE CARÁTER / SLIDES DA LIÇÃO / REVISTA CLASSE ADULTOS







LIÇÃO 13 - JESUS CRISTO, O MODELO SUPREMO DE CARÁTER




TEXTO ÁUREO
"[...] E o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." (Is 9.6)




VERDADE PRÁTICA
Como Homem, Jesus encarnou e demonstrou ter um caráter perfeito, suportando as fraquezas humanas, sem dar lugar ao pecado.





Mateus 1.18, 21-23; 3.16,17
Mt 1.18 - Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.
21 - E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.
22 - Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz:
23 - Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de EMANUEL. (EMANUEL traduzido é: Deus conosco).
Mt 3.16  - E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.
17 - E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.





INTRODUÇÃO


Nesta lição, refletiremos a respeito de Jesus, o Homem de caráter perfeito. É impossível descrever a grandeza de sua personalidade e do seu caráter com palavras meramente humanas. Sua entrada no seio da raça humana, que se achava em miséria espiritual, não somente significou Deus entre nós, o Emanuel (Mt 1.23), mas o cumprimento da promessa do Criador de redimir o homem no Éden. Ele se humanizou como "a semente da mulher" que haveria de ferir a cabeça do Diabo (Gn 3.15).





I - JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM


1. Sua origem humana. Jesus se fez homem a fim de remir o homem perdido, através do mistério da encarnação. Ele, o Verbo Divino se fez carne "e habitou entre nós" (Jo 1.14). Ele nasceu como homem no tempo (gr. Kairós) de Deus. Diz Paulo: "Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos" (Gl 4.4,5).



2. Sua entrada no mundo. Foi marcada por eventos de caráter espiritual e humano de grande significado. O anjo Gabriel foi enviado à pequena cidade de Nazaré, na Galileia, para anunciar à jovem Maria que ela seria mãe do Salvador do mundo, e que Ele seria gerado pelo Espírito Santo (Lc 1.30,31; 34,35). Ao ser concebido Jesus se fez Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus.



3. Seu desenvolvimento humano e espiritual. Seu caráter singular é modelo e referência para todos os homens em todos os lugares e em todos os tempos. Em sua infância e adolescência, sua criação foi esmerada: "E o menino crescia e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. Ora, todos os anos, iam seus pais a Jerusalém, à Festa da Páscoa" (Lc 2.40,41). Dos doze aos trinta anos, Jesus exerceu o ofício de carpinteiro, aguardando o momento de iniciar seu ministério terreno em prol da salvação da humanidade. Seu caráter humano refletia a sua natureza divina. Ele foi apresentado ao mundo como "O Verbo" que "era Deus", sendo Criador de todas coisas, pois "Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez" (Jo 1.1-3).




SÍNTESE DO TÓPICO I
Jesus de Nazaré foi e é o Filho do Homem





II - SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO


1. O caráter exemplar de Jesus. Em seu ministério, Jesus demonstrou aspectos do seu caráter que são referência e modelo para todos os que o aceitam como Senhor e Salvador. Suas ações revelam tanto o lado divino como o lado humano de sua personalidade marcante e singular.

a) Humildade e mansidão. Para iniciar o seu ministério, foi até o rio Jordão para ser batizado por João Batista. Este sentiu-se constrangido, dizendo que Jesus é que deveria batizá-lo. Mas Jesus insistiu com João para que o batizasse, a fim de cumprir "toda a justiça" (Mt 3.13-15). Ele implantou a "escola da mansidão e da humildade", convidando a todos para aprenderem com Ele (Mt 11.28-31). Sendo Deus, Criador e Senhor, despojou-se de seus atributos divinos, tornou-se homem e servo, humilhando-se "até à morte" (Fp 2.6-8). Jesus surpreendeu os discípulos quando fez um trabalho de escravo, lavando os pés de todos eles (Jo 13.3-5). Mansidão e humildade são requisitos indispensáveis para quem quer ser discípulo de Jesus.




b) Misericórdia e compaixão. Ele teve compaixão das multidões, que andavam desgarradas como ovelhas sem pastor (Mt 9.36). Curou muitos que sofriam com enfermidades (Mt 14.14). Ele se compadeceu das pessoas famintas (Mt 15.32). Na parábola do Bom Samaritano, Jesus pôs em evidência a insensibilidade dos religiosos que não tinham compaixão pelos caídos à beira do caminho (Lc 10.30-37). Hoje, infelizmente, muitos que se dizem cristãos têm mais preocupação com riquezas, posições e prestígio pessoal do que com as almas atacadas pelo Maligno.



c) Espírito pacificador. Jesus conhecia bem a natureza humana sujeita a desavenças e desentendimentos, mesmo entre os irmãos. Por isso, exortou: "Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta" (Mt 5.23,24). De forma mais prática, ele reproduziu a mensagem do salmo 133, tão esquecida nos dias atuais. Paulo aconselha-nos a ter paz com todos, sempre que possível (Rm 12.8; Hb 12.14).




2. Na prática, Ele demonstrou o seu imenso amor pelos pecadores. Os fariseus queriam matar a mulher adúltera. Jesus a perdoou e ordenou que não pecasse mais (Jo 8.11). Aos seus discípulos, ensinou: "Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor" (Jo 15.9). Ele declarou ao doutor da lei que o maior dos mandamentos é amar a Deus acima de tudo, e o segundo, é amar ao próximo como a si mesmo (Mt 22.34-40). O amor é "a marca do cristão" (Jo 13.34,35).



3. Seu caráter é referência para a Igreja. Ele disse: "Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também" (Jo 13.15). Em seu aspecto espiritual, como corpo de Cristo, a Igreja não tem defeito. Ela é "igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível" (Ef 5.27). No aspecto humano, porém, como organização existem as "igrejas", formadas por homens mortais, falíveis e sujeitos a erros e pecados. Jesus é "o caminho, e a verdade, e a vida" (Jo 14.6).



SÍNTESE DO TÓPICO II
Como Filho do Homem, Jesus teve um ministério e caráter supremo.





III - A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA DE CRISTO



1. A morte de Cristo, exemplo supremo de amor. O significado de sua morte pode ser resumido no que Ele próprio disse a Nicodemos: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3.16). Através de sua morte, Jesus, fiel Sumo Sacerdote, propiciou a reconciliação do homem com Deus (Hb 2.17). Na cruz, Ele revelou o auge de seu caráter amoroso e perdoador. Antes do último suspiro, clamou a Deus: "E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem [...]" (Lc 23.34).




2. A ressurreição de Jesus e a sua vinda em glória. Na ressurreição, o caráter humano foi absorvido pelo caráter divino. Se para fazer-se homem despojou-se de sua glória, na ressurreição retomou a plenitude de sua grandeza divina, e venceu todas as forças do mal, resultantes da Queda do homem (1 Co 15.19-26).




SÍNTESE DO TÓPICO III
Jesus veio ao mundo, morreu, ressuscitou e voltará novamente para buscar aqueles que são seus.




CONCLUSÃO





Jesus é o maior e mais excelente personagem da História. Não é fácil descrevê-lo, não tanto por falta de dados e informações, mas por causa de sua grandeza, de sua personalidade singular e de seu caráter inigualável. Não poderia ser diferente. "Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. E ele é a cabeça do corpo da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência " (Cl 1.16-18).







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Referências
Revista Lições Bíblicas. O CARÁTER DO CRISTÃO, Moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro. Lição 13 – Jesus Cristo, o modelo supremo de caráter. I – Jesus de Nazaré, o fiho do homem. 1. Sua origem humana. 2. Sua entrada no mundo. 3. Seu desenvolvimento humano e espiritual. II – Seu ministério e caráter supremo. 1. O caráter exemplar de Jesus. A) Humildade e mansidão. B) Misericórdia e compaixão. Espírito pacificador. 2. Na prática, Ele demonstrou o seu imenso amor pelos pecadores. 3. Seu caráter é referência para a Igreja. III – A morte, ressurreição e volta de Cristo. 1. A morte de Cristo, exemplo supremo de amor. 2. A ressurreição de Jesus e a sua vinda em glória. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 2° Trimestre de 2017.

Elaboração dos slides: Ismael Pereira de Oliveira. Pastor na Igreja Assembleia de Deus, Convenção CIADSETA, matrícula número 3749-12. Inscrito na CGADB, número do registro 76248. Contatos para agenda: 63 - 984070979 (Oi) e 63 – 981264038 (Tim), pregação e ensino.











15 junho 2017

GENEALOGIA DE JESUS EM MATEUS E LUCAS / SUBSÍDIOS Pr. ISMAEL OLIVEIRA




GENEALOGIA DE JESUS EM MATEUS E LUCAS


Há muita confusão na interpretação das genealogias de Jesus apresentadas nos livros de Mateus e Lucas. No entanto, a Palavra de Deus não se contradiz, JESUS VEIO SIM DA LINHAGEM DE DAVI E NÃO FOI POR ADOÇÃO, isso quem diz é a própria Palavra de Deus em Romanos 1.3 “Acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne”, ora, se Jesus é descendente de Davi pela casa de José por adoção como alguns afirmam, Jesus, então, seria descendente de Davi segundo a lei e não segundo a carne. Mas, a Bíblia não deixa dúvidas de que Jesus de fato é descendente de Davi segundo a carne.

A Bíblia também refuta a linhagem de Jesus pela casa de José, basta observar na linhagem de José que ele descendia de Jeconias, “E Josias gerou a Jeconias e a seus irmãos na deportação para babilônia.” (Mateus 1.11). No livro do profeta Jeremias 22.24-30, Deus é claro em dizer que a sua descendência estava debaixo de uma maldição que ninguém poderia assentar-se no trono de Davi “Assim diz o Senhor: Escrevei que este homem está privado de filhos, homem que não prosperará nos seus dias; PORQUE NENHUM DA SUA GERAÇÃO PROSPERARÁ, PARA SE ASSENTAR NO TRONO DE DAVI, e reinar ainda em Judá”.

Se Jesus fosse da linhagem de José por adoção como alguns afirmam, Jesus não poderia assentar-se no trono de Davi por causa dessa maldição na linhagem de Jeconias. No entanto, o anjo que anunciou o nascimento de Jesus deixou claro que não havia qualquer impedimento para que Jesus assumisse no trono de Davi, “Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai;” (Lucas 1:32), observe a parte final do versículo onde o anjo diz que o pai de Maria era Davi.

Mateus capítulo 1 do verso 1 a 16 registra a genealogia de José que veio da casa de Salomão. Porém, Natã também era filho de Davi e Batsebá, conforme registrado no Evangelho de Lucas capítulo 3.23-31. Deus na sua presciência já sabia que a semente de Salomão se corromperia e o reinado seria interrompido, como bem já foi exposto pelo profeta Jeremias a respeito de Jeconias, por isso, Deus ocultou a semente real na linhagem de Natã.

José e Maria eram primos segundo a genealogia de Salomão e Natã respectivamente. Jesus é o descendente direto do trono de Davi, pois depois de Davi, seguindo a linhagem de Natã, Jesus é o primeiro sucessor do trono que faz cumprir a promessa de Deus feita a Davi “Porém a tua casa e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será firme para sempre.” (2 Samuel 7:16).

Os rabinos judeus têm esse mesmo entendimento de que Maria é da descendência de Natã, da casa de Davi. As genealogias de Mateus e Lucas não é uma contradição, não é um erro, é apenas uma descrição das linhagens de José e Maria, ambos da casa de Davi.

Bons estudos!


Pastor, Ismael Oliveira



12 junho 2017

LIÇÃO 12 - JOSÉ, O PAI TERRENO DE JESUS - UM HOMEM DE CARÁTER / SLIDES DA LIÇÃO / REVISTA CLASSE ADULTOS










LIÇÃO 12 - JOSÉ, O PAI TERRENO DE JESUS - UM HOMEM DE CARÁTER





TEXTO ÁUREO
"E José, despertando do sonho, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher." (Mt 1.24)



VERDADE PRÁTICA
José, pai de Jesus, nos deixou um exemplo marcante de um caráter humilde, submisso e amoroso.





Mateus 1.18-25

18 - Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.
19 - Então, José, seu marido, como era justo e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente.
20 - E, projetando ele isso, eis que, em sonho, lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo.
21 - E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de JESUS, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.
22 - Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz:
23 - Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de EMANUEL. (EMANUEL traduzido é: Deus conosco).
24 - E José, despertando do sonho, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher,
25 - e não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe o nome de Jesus.



INTRODUÇÃO


Nesta lição, estudaremos o que a Bíblia revela sobre a vida de José de Nazaré, esposo de Maria, mãe de Jesus. Homem dotado de um caráter justo, temperante e amoroso. Deus, ao escolher a mulher em cujo ventre Jesus seria concebido, também escolheu aquele que haveria de dar apoio e proteção a ela e a seu filho primogênito. Dessa forma, José passou a ser partícipe do plano salvífico de Deus.





I - JOSÉ, O PAI DE JESUS


1. Quem era José? Pouco se sabe a respeito de sua vida. Assim como a esposa, José era simples, humilde, talvez mais conhecido que ela por causa de sua profissão de carpinteiro. Ele entrou na genealogia de Jesus, contribuindo para o cumprimento das profecias, que indicavam que o Messias viria da descendência de Davi (2 Sm 7.12, 16).



2. Pai adotivo de Jesus. José não era o pai biológico de Jesus, e sim o seu pai adotivo, visto que Jesus foi gerado pela ação do Espírito Santo no ventre de Maria (Lc 1.35). Também é chamado de "pai-guardião" de Jesus. Esse fato é de grande importância, pois ele era "da casa e família de Davi" (Lc 2.4). Perante a Lei, José era pai de Jesus, incluindo-o na sua família, e também na de Maria, conforme o registro de Lucas 3.23-38. Dessa forma, ele garantiu a confirmação de Jesus na descendência real de Davi e da tribo de Judá. Lucas registra a genealogia de Jesus, a partir da descendência de Davi (Lc 1.27).



3. José, um sonhador obediente. Ao saber da gravidez de Maria, pensou em deixá-la secretamente para não infamá-la. Mas Deus entrou em ação, e lhe deu um sonho tranquilizador para que não saísse do seu lugar (Mt 1.20,21). Deus não deixou que ele concretizasse seu desejo de fugir às escondidas para não sofrer as consequências da gravidez inesperada de sua noiva.




SÍNTESE DO TÓPICO I
José foi escolhido por Deus para ser o pai adotivo de Jesus.





II - O CARÁTER EXEMPLAR DE JOSÉ


1. Um homem obediente. Ao ter a revelação acerca da natureza da concepção de Maria, e receber a ordem de Deus para não deixar Maria, José submeteu-se à vontade divina: "E José, despertando do sonho, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher" (Mt 1.24). Poderia ter despertado e dado tempo para verificar se não teria tido apenas um sonho resultante das muitas ocupações (Ec 5.3). Teve porém o discernimento espiritual de que se tratava de um sonho de origem divina. E obedeceu prontamente tão logo despertou de seu merecido sono. Com amor, abraçou Maria e contou-lhe a experiência que Deus lhe proporcionara.



2. Um homem temperante. No período em que era noivo (desposado) com Maria, ele não teve relações íntimas com ela. Primeiro, porque era um grave pecado (Dt 22.23,24). Em segundo lugar, porque era homem de bem, e obediente a Deus,  "justo" (Mt 1.19). José "não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe o nome de JESUS" (Mt 1.25). Ambos foram fortes o suficiente para serem fiéis a Deus, nessa área, em que muitos não resistem nem à primeira investida do Maligno.



SÍNTESE DO TÓPICO II
José foi um homem de caráter exemplar.





III - A NOBRE MISSÃO DE JOSÉ




1. Assegurar a ascendência real de Jesus. Como visto no primeiro tópico, perante a lei, José era o pai de Jesus, incluindo-o na sua família, e também na de Maria, conforme o registro de Lucas (3.23-38). Dessa forma, ele garantiu a confirmação de Jesus na descendência real de Davi, pela tribo de Judá: "E Davi era filho de um homem, efrateu, de Belém de Judá, cujo nome era Jessé [...] " (1 Sm 17.12). Jesus é descrito, no Apocalipse, como "o Leão da tribo de Judá", o único capaz de abrir o livro selado com sete selos (Ap 5.5). Mateus registra a genealogia de Jesus, a partir da descendência de Davi. Jesus foi adotado legalmente por José, que era da tribo de Judá.



2. Proteger Jesus em seus primeiros anos. Alguns fatos relevantes sobre a vida de Jesus comprovam o amor e o zelo de José pelo menino que não era seu filho biológico, mas filho de Maria pela intervenção divina.

a) No nascimento de Jesus. "E subiu da Galileia também José, da cidade de Nazaré, à Judeia, à cidade de Davi chamada Belém (porque era da casa e família de Davi), a fim de alistar-se com Maria, sua mulher, que estava grávida. E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz. E deu à luz o seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem" (Lc 2.4-7). Naquela situação, sem dúvida, José participou dos procedimentos no parto de Jesus, ajudando Maria em todos os detalhes, amparando o bebê, no corte do cordão umbilical, e em sua limpeza pós-parto, no envolvimento em panos e a colocação da criança na manjedoura.




b) Nas cerimônias exigidas pela Lei. Na circuncisão de Jesus, ao oitavo dia de nascido e na apresentação no Templo, José estava ao lado de Maria: "E, quando os oito dias foram cumpridos para circuncidar o menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido. E, cumprindo-se os dias da purificação, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor" (Lc 2.21,22).




c) Na fuga para o Egito. Diante da ameaça de Herodes, de matar o menino Jesus, Deus determinou que José tomasse Maria e o menino, e fugissem para o Egito, até que o rei homicida tivesse morrido. Por quase 500 quilômetros de viagem, em meio a estradas desertas, com risco de assaltos e intempéries, José conduziu a esposa e seu filho para um lugar seguro. E de lá só voltou por revelação de Deus, quando o homicida tinha morrido, e foi morar em Nazaré (Mt 2.13-23).




3. O zelo pela formação espiritual de Jesus. Seus pais cumpriam o que fora determinado quanto à educação dos filhos, através do ensino sistemático e diário da Palavra de Deus (cf. Dt 11.18-21). Fazia parte de sua educação conhecer e participar das festas anuais de Israel, das quais a Páscoa era a mais importante. José e Maria levavam o menino a Jerusalém para essa festividade nacional. "Ora, todos os anos, iam seus pais a Jerusalém, à Festa da Páscoa. E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa" (Lc 2.41,42). Um exemplo eloquente de um verdadeiro pai, que se faz presente na vida do filho, e não apenas um genitor, que gera e se descuida da vida do filho.



SÍNTESE DO TÓPICO III

José recebeu de Deus a nobre missão de ser o pai adotivo de Jesus.






CONCLUSÃO


José foi escolhido por Deus para uma missão muito elevada, no plano da redenção. Ele foi o homem que amparou Maria, em sua missão de conceber o Filho de Deus, como Filho do Homem. Não só a ela, mais ao próprio Jesus, em seu nascimento biológico, em sua infância, nas ameaças que sofreu. Ele cuidou de sua educação ao lado de sua mãe. Ele foi um homem santo. Mas, assim como Maria, nunca reivindicou para si honras e louvores, que só pertencem a Deus.









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Referências

Revista Lições Bíblicas. O CARÁTER DO CRISTÃO, Moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro. Lição 12 – José, o pai terreno de Jesus. I – José, o pai de Jesus. 1. Quem era José? 2. Pai adotivo de Jesus. 3. José, um sonhador obediente. II – O caráter exemplar de José. 1. Um homem obediente. 2. Um homem temperante. III – A nobre missão de José. 1. Assegurar a ascendência real de Jesus. 2. Proteger Jesus em seus primeiros anos. A) No nascimento de Jesus. B) Nas cerimônias exigidas pela lei.  C) Na fuga para o Egito. 3. O zelo pela formação espiritual de Jesus. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 2° Trimestre de 2017.

Elaboração dos slides: Ismael Pereira de Oliveira. Pastor na Igreja Assembleia de Deus, Convenção CIADSETA, matrícula número 3749-12. Inscrito na CGADB, número do registro 76248. Contatos para agenda: 63 - 984070979 (Oi) e 63 – 981264038 (Tim), pregação e ensino.